Goiás · Eleições 2026
Sou filha de Iris Rezende e de Dona Iris. Foi em casa que eu aprendi o ofício.

Quando eu nasci, meu pai era prefeito de Goiânia. Quando eu completei cinquenta anos, ele era prefeito pela quarta vez.
Política, aqui em casa, sentava à mesa do jantar. Cargo e poder a gente quase não ouvia falar. O que se ouvia era gente batendo na porta pedindo ajuda e alguém levantando da mesa para atender.
Vou contar o que eu vi crescendo assim, e por que eu resolvi continuar.
Eu vi o Mutirão sair do papel e chegar na vida de milhares de famílias.
Vi obra transformar cidade, estrada encurtar distância e oportunidade chegar aonde antes não chegava.
Meu pai media obra pela capacidade dela de transformar a vida das pessoas depois de pronta. Uma casa entregue mudava o resto da vida daquela família. Uma estrada boa mudava o preço do que o produtor conseguia vender e o tempo que a mulher levava para chegar no médico.





Da minha mãe, Dona Iris, eu carrego a coragem e a sensibilidade.
Lembro da dedicação dela à construção da Maternidade Dona Iris. Minha mãe passava o dia naquela obra, e eu ficava esperando ela voltar. Hoje eu sei o tamanho do que ela estava construindo.
As pessoas me perguntam isso o tempo todo.
A resposta é simples: eu insisti nela. Sou filha de dois líderes que tinham vocação para servir, que amavam as pessoas e que viveram por Goiás.
Não como escolha. Mas como essência.
Aprendi o ofício em casa, vendo o dia bom e o dia ruim de quem governa. Escutar é a parte que dá mais trabalho e é a que resolve a vida das pessoas.
Não foi acordo de partido.
Eu aceitei depois de uma conversa sobre estrada. A gente estava falando do Noroeste, e ele começou a contar quanto custa para o produtor de lá botar a produção em Goiânia. Falou de hora perdida, de pneu gasto, de frete. Eu fiquei ouvindo e lembrando do meu pai, que falava daquele mesmo jeito.
Ele é filho de dona Maria Angélica, costureira, e de seu Natalino Alberto, taxista. Saiu da roça ainda menino, chegou à cidade enfrentando dificuldade, morou de favor e se formou engenheiro trabalhando desde os primeiros períodos da faculdade.
A minha casa e a dele não se parecem em nada. A vontade de fazer este estado andar é a mesma, e eu reconheci essa vontade na primeira conversa.
Foi por isso que eu aceitei.
Eu quero ser cobrada por coisa que dá para conferir
Se a gente for eleito, eu vou estar à frente das pautas do cuidado. São estas:
Prioridade e próximo passo informados, para ninguém mais esperar sem saber.
Para a mãe que precisa trabalhar e hoje não tem com quem deixar o filho.
Para quem gasta parte do salário só para chegar ao trabalho.
Menos aluguel pesado, menos fila e menos tempo perdido na vida da família goiana.
Com presença e inteligência na segurança.
Perto das pessoas










É essa política que eu conheço, essa em que eu acredito, e é ela que eu quero continuar fazendo.
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