O que é
É o Estado de Goiás assumindo parte da conta que hoje sai inteira do bolso de quem atravessa a divisa todo dia para estudar ou trabalhar.
Goiás · Eleições 2026

Quem mora no Entorno e trabalha em Brasília acorda no escuro, passa mais de duas horas por dia dentro do transporte e paga uma das passagens mais caras do país, um peso que funciona como um segundo aluguel dentro do orçamento da casa. Segundo os estudos citados no plano de Wilder Morais, perto de cento e cinquenta mil pessoas cruzam a divisa todos os dias pelo transporte público, e essa gente ficou fora do passe livre estadual.
Os compromissos
O Estado assumindo uma parte da passagem de quem atravessa a divisa
Começando por quem estuda e trabalha
Sem depender de mudança na tarifa federal
Com o desenho e o critério publicados antes de começar
Eu moro aqui, mas preciso ir para Brasília para conseguir emprego.Ouvido em Luziânia, na escuta que preparou o plano
Eu levanto e pego o ônibus quatro e vinte da manhã.Ouvido em Luziânia, na escuta que preparou o plano
A Meia Passagem alivia o preço de quem atravessa hoje. A mudança de fundo escrita no plano é o Emprego do Lado de Casa: cidade com empresa, curso e internet boa, para o salário bom deixar de morar do outro lado da divisa.
O que eu vou fazer
O que é, para quem é, como vai funcionar e quando começa.
É o Estado de Goiás assumindo parte da conta que hoje sai inteira do bolso de quem atravessa a divisa todo dia para estudar ou trabalhar.
Para quem estuda e trabalha e cruza a divisa entre o Entorno e o Distrito Federal, que é por onde o programa começa.
O Estado vai construir com os outros governos envolvidos o caminho na lei para subsidiar o passageiro, começando por quem estuda e trabalha, sem depender de mudança na tarifa federal.
O desenho final, com critério de acesso e forma de uso, sai publicado antes do programa começar, com custo e fonte à vista.
Depois do acordo entre os governos e da publicação da regra. É compromisso do plano registrado, com a articulação assumida como tarefa do governador.
A regra e os valores saem publicados antes de o programa entrar em operação. O compromisso registrado é o Estado pagar uma parte da passagem de quem estuda e trabalha.
O passe livre estadual que existe hoje deixou o Entorno de fora. A Meia Passagem é o caminho que Goiás controla e consegue sustentar, combinado na lei com os outros governos.
Depois do acordo entre os governos e da publicação da regra. É compromisso do plano registrado, com a articulação assumida como tarefa do governador.
O metrô de Brasília é do governo do Distrito Federal, e a BR-040 é do governo federal. O corredor entre o Entorno e Brasília só sai com Goiás, o DF e a União na mesma mesa, e a obrigação do governador é sentar nessa mesa e puxar o assunto, com projeto e conta pública. Promessa de trilho sem projeto o Entorno já ouviu, e o trilho nunca chegou.
A Meia Passagem alivia o preço de quem atravessa hoje. A mudança de fundo escrita no plano é o Emprego do Lado de Casa: cidade com empresa, curso e internet boa, para o salário bom deixar de morar do outro lado da divisa.
O programa começa por quem estuda e trabalha, e o critério completo sai publicado com a regra do programa.
O que muda para você
"A passagem que pesa como um segundo aluguel vai custar menos, sem depender de mudança na tarifa federal."
"Atravessar a divisa deixa de significar pagar uma das passagens mais caras do país."
"O dinheiro que hoje some na roleta volta para a mesa da sua casa."
Como secretário, eu trabalhei para levar oportunidade a noventa municípios goianos, e o Entorno estava entre eles. Conheço o problema desta região pelo lado que interessa: o de convencer empresa a se instalar aqui, que é o que muda a vida de quem hoje acorda às quatro da manhã. Por isso a Meia Passagem não é só uma tarifa menor — é o primeiro alívio enquanto o emprego não chega mais perto de casa.
Participe
Quem paga essa passagem todo dia sabe o tamanho do alívio que isso representa. Entra no grupo da sua cidade.
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