Eu cresci numa casa em que política era gente na porta, problema na mesa e resposta sem hora marcada. Com a minha mãe, Dona Iris, aprendi a parte do cuidado: olhar para a mulher, para a criança, para o idoso, para a família. É com esse olhar que eu leio a segurança de Goiás hoje. A rua melhorou, e isso precisa ser dito. Dentro de casa, para muitas mulheres, ainda não melhorou, e é aí que o nosso plano entra.
Os compromissos com as mulheres de Goiás
O que a gente garante com as mulheres de Goiás
01
A mulher conta a história uma vez, e o caso dela ganha um responsável com nome
02
A gestante amparada da gravidez até os três anos do filho
03
Vaga de creche paga pelo Estado, em horário de quem trabalha
04
Exame de mama e de colo do útero com lugar marcado, prazo e tratamento que continua
05
Apoio para o negócio dela crescer: crédito orientado, compra pública e mercado
O que nós vamos fazer
As mulheres em detalhe
Proteção que não obriga a repetir a história
Hoje, a mulher que decide denunciar conta a violência na delegacia, conta de novo no fórum, conta outra vez no serviço social. A cada balcão, revive tudo, e muitas desistem no meio do caminho. Nós vamos juntar num único acompanhamento a medida protetiva, a patrulha, o acolhimento, o aluguel social, o atendimento jurídico e o caminho para a independência financeira.
No primeiro contato, o risco dela é avaliado e o caso ganha um responsável com nome. Ela conta a história uma vez, alguém assume o caso dela, e a proteção anda mesmo quando ela não tem força para empurrar.
Começo Certo: nenhuma mãe vai ficar sozinha em Goiás
Com o Começo Certo, a gestante em situação de vulnerabilidade entra no amparo já na gravidez: sai da primeira consulta sabendo a maternidade do parto, participa da roda quinzenal de gestantes no bairro com psicólogo conduzindo, recebe o enxoval antes do bebê nascer e é acompanhada em casa até os três anos do filho.
A menina que engravidar não perde a escola: matrícula preservada, horário ajustado e busca ativa se ela sumir.
Cartão Creche: a vaga que devolve a escolha
Nós ouvimos isso da boca de uma mulher de Anápolis, na escuta que preparou o plano: "O governo ia construir mais creches para a gente deixar nossos filhos lá e podermos ganhar dinheiro." O Estado vai pagar a vaga de creche criada e ocupada nos municípios com fila comprovada, em horário de quem trabalha, com lista pública.
A diferença aparece no dia em que a vaga sai: a mãe aceita o emprego, e a renda da casa deixa de depender de uma vaga que não existia.
A saúde da mulher perto de casa
Mulher que encontra um caroço no peito hoje entra numa maratona: pede a mamografia numa cidade, o ultrassom em outra, a biópsia sabe-se lá quando. Nós vamos montar por região uma linha de cuidado para câncer de mama e de colo do útero, pré-natal de risco e endometriose, em que a regulação mostra onde é o exame, qual o prazo e como continua o tratamento.
O que muda é o tempo entre a descoberta e o tratamento, e é esse tempo que decide a vida de uma mulher.
Escola que segura o filho o dia inteiro
Creche resolve os primeiros anos. Depois vem a pergunta seguinte: e quando ele entra na escola e sai ao meio-dia? As vagas de tempo integral vão crescer primeiro onde a vulnerabilidade é maior, onde as mães trabalham e onde a escola tem espaço para ampliar, com reforço de aprendizagem, esporte, cultura e projeto de vida dentro da jornada.
É a diferença entre trabalhar tranquila e passar a tarde inteira preocupada com quem está com o seu filho.
Mulher empreendedora com mercado
Tem muita mulher sustentando a casa com o próprio negócio: a marmita, a costura, o salão, a loja de bairro. Trabalha muito e cresce pouco, porque falta crédito que oriente, cliente novo e tempo. Nós vamos juntar capacitação, formalização, crédito orientado, compra pública e canal de venda num apoio só, com redes de mentoria e cuidado infantil para ela conseguir permanecer.
O objetivo é direto: o negócio dela crescer de dono, sem que ela precise largar tudo para sobreviver.
Quem conduz
Como vice-governadora, eu vou estar à frente das pautas do cuidado, e isso está escrito no plano de governo que nós registramos: a mulher, a primeira infância, o idoso e a família, com atenção prioritária a quem mais precisa.
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