O que é
É o Estado pagando pela vaga de creche que existe e está ocupada, cofinanciando com a prefeitura, em vez de esperar uma obra que leva anos para ficar pronta.
Goiás · Eleições 2026

Sem creche, alguém da casa deixa de trabalhar para cuidar, e quase sempre é a mãe. A família perde um salário inteiro por causa de uma vaga que não existe, e o filho perde a escola dos primeiros anos, que é onde tudo começa.
Os compromissos
O Estado pagando a vaga criada e ocupada, em parceria com o município
Nos municípios onde existe fila comprovada
Em horário compatível com a jornada de quem trabalha
Com lista pública e sem expor a criança
O governo ia construir mais creches para a gente deixar nossos filhos lá e podermos ganhar dinheiro.Ouvido em Anápolis, na escuta que preparou o plano
O dinheiro segue a criança atendida: creche vazia não recebe e fila escondida não conta.Como funciona o cofinanciamento
O caminho do Cartão Creche é pagar a vaga em funcionamento na rede do município e dos parceiros, que é o jeito de a vaga existir agora, e não só depois de uma obra que leva anos para ficar pronta.
O que eu vou fazer
O que é, para quem é, como vai funcionar e quando começa.
É o Estado pagando pela vaga de creche que existe e está ocupada, cofinanciando com a prefeitura, em vez de esperar uma obra que leva anos para ficar pronta.
Para famílias na fila da creche em municípios com fila comprovada, com prioridade definida em critério público.
O dinheiro segue a criança atendida: creche vazia não recebe e fila escondida não conta. A vaga cofinanciada considera o horário de quem trabalha, porque creche que fecha antes do fim do expediente devolve o problema para a família.
E a lista é pública, com critério publicado e sem expor a criança.
O programa começa pela auditoria das filas e dos cadastros e pela definição dos municípios prioritários, junto com a publicação da regra de cofinanciamento.
O valor, o custo e a fonte saem publicados antes da contratação, como toda entrega deste plano. Promessa de valor em palanque não entra no compromisso.
Entram os municípios com fila comprovada. A definição dos municípios prioritários e a regra de cofinanciamento saem publicadas no começo do governo.
O caminho do Cartão Creche é pagar a vaga em funcionamento na rede do município e dos parceiros, que é o jeito de a vaga existir agora, e não só depois de uma obra.
A vaga cofinanciada considera a jornada real de quem trabalha, inclusive de quem trabalha em turno.
A lista será pública, com critério publicado e sem expor a criança.
O Estado cofinancia a vaga criada e ocupada em parceria com o município, e o desenho da rede parceira sai na regra do programa.
O que muda para você
"Creche em horário de quem trabalha é a mãe sustentando a casa sem abandonar o filho."
"A vaga que existe passa a ser paga pelo Estado — sem esperar uma obra que nunca fica pronta."
"A mãe aceita o emprego, e a renda da casa deixa de depender de uma vaga que não existia."
Eu sei o que é família fazendo conta do que ia pagar na mesa da cozinha, porque a minha fazia. Quando o aluguel apertava, a gente tinha que mudar de casa, e mudou vinte e quatro vezes antes dos meus catorze anos. Por isso este plano trata moradia, creche e cuidado como assunto de família, e não como estatística de relatório — e é por isso que o Cartão Creche entrou do jeito mais rápido de existir: pagando a vaga que já está lá, e não uma obra que demora anos.
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