Goiás · Eleições 2026

Quem carrega o serviço público de Goiás

Wilder Morais 22, candidato ao Governo de Goiás

Todo programa deste plano passa pelas mãos de um servidor. O policial que vira a noite no plantão, o profissional de saúde que segura a fila com o corpo, o professor que ensina além do que o contracheque paga, o servidor administrativo que faz a máquina andar sem aparecer em foto nenhuma. Eu já administrei equipe grande na vida privada e no Estado, e aprendi uma coisa que não esqueço: nenhum plano funciona com a equipe desanimada.

Os compromissos

O que este plano assume com você

01

Carreira e remuneração tratadas em mesa permanente, com impacto fiscal na frente e regra clara

02

Valorização entrando na ordem de prioridades conforme a capacidade financeira do Estado se confirmar

03

Lotação partindo do serviço que falta ao cidadão, com atenção ao interior

04

Formação ligada à meta real do órgão, e saúde acompanhada durante o serviço

Você vai poder cobrar o compromisso pelo que está escrito, e não pelo que foi gritado em campanha.

O que eu vou fazer

O que este plano assume

As cinco frentes que sustentam esse compromisso.

Mesa permanente, com regra e com conta à vista

Servidor de Goiás já ouviu promessa de palanque que ninguém cumpriu, e sabe reconhecer número solto dito em cima de um caminhão de som.

Carreira e remuneração vão ser discutidas em mesa permanente, com o impacto fiscal na frente, regra clara e tratamento igual para situações iguais, com pauta, prazo e resposta registrada. É nessa mesa que a previdência e o Ipasgo entram, tratados com estudo e responsabilidade.

Priorizar conforme a capacidade do Estado

Goiás reconquistou capacidade de investir, e essa capacidade é o que sustenta qualquer compromisso sério com quem trabalha no Estado.

A valorização de quem serve entra na ordem de prioridades conforme essa capacidade se confirmar, e o compromisso escrito no plano é este: o servidor terá atenção, formação e remuneração com regra clara e tratamento igual para todos.

Lotação pelo serviço que falta

Tem órgão com equipe sobrando na capital e serviço parado no interior por falta de gente, e isso desgasta tanto o cidadão quanto o servidor que fica sozinho segurando a demanda.

A distribuição das equipes vai partir do serviço que falta ao cidadão, com atenção ao interior e permanência prevista no edital quando a lei permitir. Concurso e reposição de aposentadoria entram no planejamento do efetivo conforme a disponibilidade financeira e a necessidade da população.

Formação que serve e saúde que não espera o afastamento

Curso de formação desconectado da rotina do órgão é tempo perdido, e o adoecimento no serviço público costuma ser descoberto quando já virou licença.

A formação passa a ser ligada à meta real do órgão, prática e voltada para atendimento, dados, processos e acessibilidade. Saúde e segurança do trabalho passam a ser acompanhadas durante o serviço, e não tratadas apenas depois do afastamento. Na segurança pública, existe atendimento psicológico sigiloso e apoio após ocorrência crítica, sem que buscar cuidado prejudique a carreira.

Menos papel repetido

Relatório, lançamento e cadastro exigidos vão ser revisados para eliminar duplicidade e integrar sistemas, e toda nova obrigação administrativa precisa dizer para que existe e quanto tempo consome.

Equipes regionais apoiam prestação de contas e gestão, e o reconhecimento passa a considerar qualidade, solução e respeito ao usuário, e não apenas volume.

O que muda para você

Isso muda a sua vida

Para quem está no plantão

"Reconhecimento em público, conversa com regra e nenhuma promessa que a assinatura não sustente."

Para quem está no interior

"A distribuição das equipes parte do serviço que falta ao cidadão, com atenção ao interior."

Para quem cuida do público

"Saúde e segurança do trabalho acompanhadas durante o serviço, e não só depois do afastamento."

Por que eu falo disso

Quando eu fui secretário, trabalhei com equipe do Estado todo dia e vi o que acontece quando o servidor é tratado como problema: o plano do governo emperra na mão de quem deveria executá-lo. Aos quatro ramos da segurança, à saúde, à educação e ao administrativo, o meu trato é o mesmo: reconhecimento em público, conversa com regra e nenhuma promessa que a assinatura não sustente. Faz menos barulho que palanque, e constrói a confiança que dura os quatro anos de governo.

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