Goiás fez no Ideb de 2025 as melhores notas da sua história e, mesmo assim, perdeu a liderança nacional que vinha ocupando. Os dois fatos importam. O primeiro mostra uma rede que funciona e merece ser preservada. O segundo mostra que outros estados aceleraram enquanto a gente comemorava. E tem um problema que os dois números escondem: boa parte das crianças ainda não domina a leitura nem as contas básicas.
Os compromissos
O que eu garanto com a escola dos seus filhos
01
Reforço concentrado em leitura, escrita e matemática, com recuperação durante o ano
02
Tempo integral crescendo primeiro onde a mãe trabalha e a escola tem espaço
03
Mapa público do estado de cada escola, do banheiro ao telhado, todo ano
04
Ensino técnico ligado às vagas que existem na região
O que vale como resultado é a criança dominando o que precisa para a série dela, e não a média bonita da rede.
O que eu vou fazer
Educação em detalhe
Os cinco programas que vão sustentar essa mudança.
Ler, escrever e calcular, sem deixar aluno para trás
Tem criança passando de ano sem conseguir ler um enunciado até o fim, e a família só descobre isso quando já é tarde. A escola percebe, mas a recuperação chega no fim do ano, quando o buraco já virou abismo.
O reforço vai ser concentrado em alfabetização, língua portuguesa e matemática, com diagnóstico curto no começo do período letivo e recuperação dentro da própria jornada, e não empurrada para dezembro. Cada escola recebe material, formação e acompanhamento por turma, sem transformar avaliação em castigo, e a família acompanha a evolução do filho num relatório que dá para entender.
Tempo integral onde a família mais precisa
Escola que solta ao meio-dia devolve para a família um problema que ela não tem como resolver: quem fica com a criança à tarde enquanto o pai e a mãe trabalham?
As vagas de tempo integral vão crescer primeiro onde a vulnerabilidade é maior, onde as mães trabalham e onde a escola tem espaço para ampliar. A jornada maior vai ter reforço de aprendizagem, esporte, cultura, tecnologia e projeto de vida dentro dela, porque mais horas no prédio sem conteúdo vira depósito de criança.
Escola arrumada, banheiro funcionando
Todo mundo conhece uma escola com telhado furado, banheiro quebrado ou quadra sem condição de uso, e conhece também a reforma que só chega quando alguém grita no jornal.
Todo ano vai sair um mapa público com a condição de cada escola: banheiro, telhado, cozinha, climatização, acessibilidade, quadra, internet e segurança elétrica. As obras são contratadas em lotes por região, com cronograma, responsável e fotografia da entrega, e a prioridade combina risco, número de alunos e tempo sem manutenção.
Da escola para a vida que vem depois
O jovem termina o ensino médio e olha para os lados sem saber o que fazer, porque ninguém conversou com ele sobre isso e porque o curso técnico da cidade nem sempre conversa com as vagas que existem ali.
O ensino técnico, a UEG, as universidades, o Sistema S e as empresas vão ser ligados às vocações de cada região, mantendo formação ampla e liberdade de escolha. A oferta noturna e a educação de jovens e adultos ficam garantidas onde houver procura, para trabalhar de dia não obrigar ninguém a largar os estudos.
E quem sumiu da escola vai ser procurado: escola, assistência social e saúde juntas para achar o aluno com faltas repetidas, entender a causa, seja transporte, trabalho cedo demais, gravidez ou violência, e construir o retorno dele com um responsável de referência para a família.
Quem dá aula também precisa de condição
Professor de Goiás hoje gasta parte grande do tempo preenchendo relatório, lançamento e cadastro que se repetem em sistemas diferentes.
Esses relatórios vão ser revisados para eliminar duplicidade e integrar sistemas, e toda nova obrigação administrativa vai ter que dizer para que existe e quanto tempo consome. As equipes regionais apoiam prestação de contas e gestão, e a valorização se liga à aprendizagem, à inclusão e à permanência do aluno.
O que muda para você
Isso muda a sua vida
Para a mãe
"Você vai saber, num papel que dá para entender, se o seu filho está aprendendo."
Para o estudante
"Curso técnico ligado à vaga que existe na sua cidade."
Para o professor
"Menos formulário repetido e mais tempo com a turma."
Por que eu falo disso
Eu sou engenheiro hoje porque existiu o crédito educativo. Sem aquela porta aberta na hora certa, o filho da costureira de Taquaral não teria diploma nenhum. Quem viveu isso não trata educação como capítulo de programa: trata como a coisa que decide o destino de uma família inteira.
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Educação muda uma família inteira, e essa mudança precisa de gente empurrando junto. Entra no grupo da sua cidade.
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